Um olhar direto na economia: Pisk em foco

O Banco Central ainda não confirmou, mas a cidade já está testando: acabou o dinheiro físico, acabou o pix, acabou a vergonha. A partir de agora, paga-se tudo com uma piscada. Um PISK resolve o café, outro parcela o aluguel e dois bem dados limpam a consciência — até chegar o agiota, que cobra com […]

Pisk: Um Olhar Descomplicado sobre a Economia

O Banco Central ainda não confirmou, mas a cidade já está testando: acabou o dinheiro físico, acabou o pix, acabou a vergonha. A partir de agora, paga-se tudo com uma piscada. Um PISK resolve o café, outro parcela o aluguel e dois bem dados limpam a consciência — até chegar o agiota, que cobra com […]

Junto Seguros é reconhecida pelo quarto ano consecutivo entre as 100+ Inovadoras no Uso de TI

A Junto Seguros foi reconhecida pelo quarto ano consecutivo entre as 100+ Inovadoras no Uso de TI, premiação do IT Fórum, consolidando sua estratégia de inovação voltada à eficiência operacional, experiência do cliente e uso responsável de inteligência artificial. Em meio a mais de 350 cases avaliados, a companhia se destacou pelo avanço em iniciativas com IA aplicada, como a solução Llobo, que automatiza a leitura de documentos e agiliza a contratação do Seguro Garantia. Segundo a diretora de Tecnologia e Inovação, Karine Chaves, a inovação na empresa parte de desafios reais do negócio e é sustentada por governança, segurança e integração entre áreas, mantendo a decisão final sob responsabilidade humana. O reconhecimento acompanha um momento de forte desempenho, com a empresa superando R$ 1 bilhão em prêmio direto em 2025, crescimento de 26% e mais de 2 milhões de apólices emitidas ao longo de sua trajetória, atendendo mais de 80 mil clientes. Com mais de 30 anos de atuação, a Junto Seguros se destaca pela governança, pioneirismo digital e compromisso com diversidade e ambiente de trabalho, figurando também entre as melhores empresas para trabalhar no Brasil.

Empresas em monocultura estão ficando para trás — e os dados mostram por quê

Ana Maria Coelho analisa como estruturas organizacionais rígidas, homogêneas e hierarquizadas estão se tornando cada vez menos sustentáveis em mercados voláteis. A partir da metáfora entre monoculturas e florestas, ela mostra que empresas com diversidade de repertórios, conectividade interna e capacidade adaptativa são mais resilientes diante de rupturas e mudanças aceleradas. O texto reúne dados de Gallup, Deloitte, McKinsey, BCG e Fórum Econômico Mundial para explicar como pressões sociais, aceleração digital, aumento da complexidade e diversidade como ativo econômico estão redefinindo o papel da liderança. Ana destaca ainda o conceito de liderança essencial, que se apoia na habilidade de mobilizar sistemas, transformar estruturas e construir resiliência organizacional de forma contínua.