No mês de setembro de 2026, a produção diária de petróleo no Brasil alcançou 4,711 milhões de barris, marcando o quarto mês consecutivo de recordes, conforme informações divulgadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e veiculadas pela agência Reuters. Esse número representa um crescimento de 2,1% em relação ao mês anterior, agosto, e uma impressionante alta de 20,3% em comparação com setembro do ano passado. A trajetória de recordes teve início em junho.
Além disso, a produção de gás natural também obteve uma marca histórica, atingindo 223,98 milhões de metros cúbicos por dia. Isso corresponde a um aumento de 1,6% quando comparado a agosto e um crescimento de 17,5% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Quando somados, os volumes de petróleo e gás resultaram em 6,12 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d).
Entretanto, os dados apresentados não especificam quais campos ou empresas contribuíram para esse aumento na produção. É importante ressaltar que o crescimento na extração não necessariamente implica em um aumento proporcional na capacidade de refino ou na oferta de combustíveis disponíveis no mercado interno. Esses fatores estão diretamente ligados à capacidade das refinarias e às condições comerciais do petróleo produzido. Quanto ao gás natural, a ampliação da disponibilidade depende dos sistemas de escoamento, processamento adequado e acesso ao consumidor final.

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